
Cabos subterrâneos
Existem dois pontos em que o fio da cerca precisa passar por baixo do chão ou por dentro de uma estrutura — e nos dois, um fio comum perderia toda a energia para o solo.
Explorar esta linhaSegmento ProfiPlast®
Uma cerca elétrica não segura o animal pela força. O arame não tem como conter um boi que decide passar — quem contém é o aprendizado do animal, que encosta uma vez, leva o choque e passa a respeitar a linha.

Linhas do segmento
Consulte modelos, medidas, materiais e especificações técnicas.

Existem dois pontos em que o fio da cerca precisa passar por baixo do chão ou por dentro de uma estrutura — e nos dois, um fio comum perderia toda a energia para o solo.
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Fio de cerca precisa de tensão — e precisa poder ser reajustado depois, porque o arame cede com o tempo, com a variação de temperatura e com o uso. A catraca é o que permite esticar sem refazer a amarração.
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A chave interruptora permite desligar um trecho da cerca sem desligar o restante.
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O fio eletroplástico é polietileno trançado com filamentos condutores de aço inox correndo por dentro. Leve, visível de longe, e enrolável em carretel — feito para ser montado e desmontado quantas vezes for preciso.
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Nem toda cerca é feita com mourão de madeira. Vergalhão fincado no solo é uma solução comum e barata para divisão interna, complementação de cerca existente e trechos onde plantar mourão não compensa.
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A haste é o mourão da cerca que não é permanente. Finca no solo, recebe o fio nos encaixes e sai de novo quando o piquete muda — sem cova, sem grampo, sem ferramenta.
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A castanha é o isolador que prende o fio, e não apenas o apoia. É por isso que ela fica onde o esforço se concentra: cantos, curvas, início e fim da cerca, e qualquer ponto de ancoragem.
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Enquanto o isolador W e a roldana mantêm o fio próximo à estrutura, o gancho faz o oposto: afasta o fio, criando distância entre a linha energizada e o mourão, o poste ou a cerca já existente.
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O isolador W conduz o fio ao longo dos trechos retos da cerca elétrica, mantendo-o afastado do mourão, do poste ou do muro. É o componente de maior volume de qualquer instalação — uma cerca é quase toda feita de trecho reto.
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Os kits existem por um motivo prático: componente que trabalha em par não deveria ser comprado separado.
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O parafuso chipboard flangeado 4 × 30 mm é o que fixa o isolador W no mourão de madeira. Aço carbono zincado bicromatizado, com fenda Phillips.
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Toda cerca precisa ser aberta — para passar gado, trator, pessoa. E precisa voltar a fechar energizada e esticada.
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A roldana apoia o fio ao longo dos trechos retos, fixada diretamente no mourão de madeira. É a escolha tradicional de quem cerca grandes extensões, porque a instalação é mais rápida que a do isolador W: em três dos quatro modelos, o prego já vem junto — uma martelada e o isolador está no lugar.
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O tubo isolador é uma capa de polietileno que protege e isola um fio que já existe, nas passagens em que ele não pode encostar em nada — sob uma porteira, atravessando uma estrutura, ou em qualquer ponto onde o contato criaria fuga.
Explorar esta linhaEscolha por aplicação
Defina o percurso, os pontos de esforço e a forma de manejo antes de combinar isoladores, condutores e acessórios.
Separe trechos retos, cantos, porteiras, travessias e divisões móveis.
Compare isolamento elétrico, carga, medida, fixação e compatibilidade com o condutor.
Confirme modelo, referência, cor, apresentação e quantidade para a cotação.
Antes de escolher componente, vale saber contra o que se está lutando. São cinco causas, e elas explicam por que cada peça desta página existe:
1. Aterramento insuficiente. É a causa nº 1 e a mais subestimada. Sem retorno pelo solo, o pulso não fecha o circuito e o animal não sente nada. Piora em solo seco e arenoso.
2. Vegetação encostando no fio. Cada folha em contato é uma fuga. Em época de chuva, mato alto derruba a tensão da cerca inteira.
3. Isolador degradado. Plástico sem proteção UV esbranquiça, fica quebradiço e racha. A trinca acumula sujeira e umidade e cria caminho de fuga — muitas vezes antes de a peça quebrar visivelmente.
4. Componente errado no lugar errado. Isolador de trecho reto usado em canto, onde o esforço é muito maior, é o erro clássico.
5. Cerca sem ponto de corte. Sem chave interruptora, achar o trecho defeituoso significa caminhar a cerca inteira.
A sequência abaixo é o roteiro de uma instalação permanente. Para quem revende, ela funciona como mapa de estoque: cada etapa é um item que o cliente vai pedir, e faltar um deles faz a lista inteira sair pela porta.
1. Ligação do eletrificador até a cerca. A ProfiPlast® não fabrica eletrificador, mas fabrica o que leva a energia até a linha. O percurso entre o aparelho e a cerca precisa de condutor com isolação própria — é onde cabo subterrâneo entra.
2. Trechos retos. Nos trechos retos, há dois caminhos: o isolador W, com base parafusada e maior afastamento do fio, ou a roldana, fixada por prego e mais rápida de instalar. Quem cerca grandes extensões e valoriza velocidade tende à roldana; quem precisa afastar o fio da estrutura vai de W.
3. Cantos, curvas, início e fim. Aqui o fio puxa em ângulo e o esforço se concentra. É lugar de isolador castanha, que prende e isola — não de isolador W, que apenas apoia. Trocar um pelo outro é o erro mais comum e mais caro do segmento.
4. Afastamento e aproveitamento de cerca existente. Para cercar por fora de uma cerca convencional já existente, ou impedir que o animal encoste no fio ao se esfregar no mourão, os ganchos isoladores criam distância — de 70 mm até 200 mm, conforme o modelo.
5. Tração e ajuste. Catracas e esticadores deixam o fio na tensão certa e permitem reajustar depois. A catraca isolada estica e isola ao mesmo tempo; a esticadora para fio liso é mecânica e não isola.
6. Acessos. Todo acesso precisa abrir e voltar a fechar energizado e esticado — porteira frouxa encosta no chão e aterra a cerca inteira. As porteiras com mola e engates resolvem vãos de até 6000 mm.
7. Passagens críticas. Sob porteira, sob acesso, em qualquer ponto onde o fio precise ficar protegido: cabo subterrâneo ou tubo isolador, conforme o fio já exista ou não.
8. Manutenção. A chave interruptora permite desligar um trecho sem desligar o restante. Numa cerca de vários quilômetros, permite isolar o trecho do problema sem percorrer a cerca inteira.
9. Divisão interna e manejo rotacionado. Piquete, cerca móvel e pastoreio rotativo trabalham com fio eletroplástico e hastes plásticas. A haste é isolante por si só, o que dispensa isolador e torna a montagem e a desmontagem rápidas — é o sistema do produtor que está intensificando o manejo.
10. Fixação e reposição. Parafusos para isolador e os kits prontos, que já saem com isolador e parafuso juntos.
Quem compra isolador W leva parafuso. Quem compra porteira leva engate. Quem compra fio eletroplástico leva haste. Quem monta cerca do zero leva castanha na mesma proporção dos cantos do traçado — e é aí que a maioria dos estoques fica curta, porque castanha se compra por canto, não por metro.
Modelos do segmento

63 mm · PEAD/PP com proteção UV · fios de até 5 mm · até 22 kV.

74 mm · PEAD/PP com proteção UV · fios de até 5 mm · até 30 kV.

80 mm · PEAD/PP com proteção UV · fios de até 5 mm · até 30 kV.

63 mm · PEAD/PP com proteção UV · até 30 kV · 100 kgf.

47 mm · PEAD/PP com proteção UV · até 22 kV.

4 × 30 mm · zincado bicromatizado · Phillips.

70 mm · PEAD/PP com proteção UV · fios e arames de até 3 mm · até 22 kV.

95 mm · PEAD/PP com proteção UV · arames e fios de até 3 mm · até 22 kV.
Atendimento comercial
Para cotação, informe as linhas ou referências, as quantidades, o CNPJ e a cidade/UF.